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Mostrando postagens de 2012

Renato Vargens - O ano novo e os evangélicos supersticiosos

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A virada do ano está se aproximando e com ela um monte de descabidas superstições. 
Pois é, lamentavelmente os evangélicos são tão supersticiosos quanto aos não cristãos, isto porque, influenciados por uma fé mística e sincrética, tem sido tomados pelas mais variadas crendices populares. Há pouco soube de um evangélico que  não admite entrar em 2013 sem que esteja vestido de branco, afinal de contas, branco é a cor da paz. Soube de outro que determinou que o ano novo não será bom, isto porque, termina em 13. Isso sem falar naqueles que comem lentilhas para prosperar.

Ora, o comportamento de alguns dos denominados evangélicos, cada vez mais se aproxima do comportamento daqueles que não confessam a Cristo como Senhor e Salvador. 
Prezado amigo, vamos combinar uma coisa? Isso não é cristianismo nem aqui nem na China. Ao ouvir as aberrações proferidas por esse povo chego a conclusão que suas mentes é de uma fertilidade fora do comum. Por favor alguém me diga de onde que esse pessoal tira tan…

François Turretini - O Espírito Santo pai de Cristo?

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E daí podemos responder prontamente à pergunta formulada pelos socinianos - O Espírito Santo pode corretamente ser chamado pai de Cristo, uma vez que lemos haver aquele concebido este? Porque, uma vez que o título pai requer geração da substância do gerador (e a geração de uma natureza semelhante à sua) e nem uma coisa nem outra ocorre aqui, é evidente que o Espírito Santo não pode ser chamado pai de Cristo. Além disso, Cristo é chamado “sem pai” (apatōr, Hb 7.3) com respeito à sua humanidade; e Deus é chamado Pai – seu único Pai, e isso peculiarmente (Jo 1.18; 5.17). Um pai não procede do filho, nem é enviado e dado pelo filho, como lemos que o Espírito procedeu de Cristo e foi enviado e dado por ele. Ora, uma coisa é formar por seu próprio poder algo de matéria assumida de alguma outra fonte; outra é gerar de sua própria substância. O Espírito Santo fez a primeira, porém não a segunda (que pertence a um pai).
Fonte: “Compêndio de Teologia Apologética” da Editora Cultura Cristã

Natal - Prudência e Intenção

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O Natal é uma data cultural, pois sabemos que é comemorado por todos (cristãos e não-cristãos), sendo parte da tradição e não sendo revestido completamente de dados verdadeiros quanto ao seu dia. Por ser uma tradição e não uma ordenança divina, somos livres para participar ou não de suas comemorações da forma que entendemos ser prudente à Glória de Deus, afirmando os conceitos verdadeiros (o fato do nascimento de Cristo e seu significado - exceção à precisão do dia) e negando os falsos dados aderidos à data. Então, não nego que a data chamada "Natal" no calendário mundial possa ser comemorada mas sim, assevero o cuidado com a intenção por trás da comemoração, pois a mania de realizar certas decorações e praticar certas ações rotineiras vinculadas à data, poderão afetar o discernimento da liberdade cristã, escravizando-nos aos costumes festivos.
Feliz comemoração do nascimento de Cristo.

Joel Beeke - Defendendo a Expiação Definida (Limitada)

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Objeções respondidas1

As grandes objeções à expiação limitada são baseadas em considerações textuais e práticas. As objeções textuais incluem o seguinte:

1.Textos em que a palavra mundo é usada para descrever os objetos da morte da morte de Cristo, como em João 3:16 e 1 João 2:2: “E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo”.
2.Textos em que a palavra todos é usada para descrever os objetos da morte de Cristo, como em 2 Coríntios 5:15, “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”, Romanos 8:32, “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?”, e 1 Timóteo 2:4-6, que fala de Cristo dando a si mesmo como um “resgate por todos”.
3.Textos que parecem indicar que alguns por quem Cristo morreu podem perecer. Um texto, é Romanos 14:15: “Mas, se por causa da comida se contrista …

Ageu Magalhães - Teologia no cartão de Natal

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Pense no desenho de um cartão de Natal. O que você vê? A manjedoura, os reis magos, os pastores, José, Maria, o recém-nascido Jesus, a estrela resplandecente, os presentes, os animais... Estas figuras refletem exatamente a história do Natal, certo? Errado. Estudando com atenção os textos que narram o natal de Jesus você vai perceber que a maioria de nós crê em uma versão distorcida do seu nascimento. Versão recebida do Catolicismo Romano e diferente do que encontramos na Bíblia. Vejamos:

Os magos
Magos ou reis magos? Esta é a primeira questão. A tradição católico romana diz que eram “reis magos”, porém, a Bíblia não diz isso. Em nenhum lugar das Escrituras encontramos a expressão “reis magos”. De acordo com Mateus, eles eram apenas, e tão somente, magos (Mt 2.1).
E o que eram os magos naquela época? Magos, ou sábios (como aparece em algumas versões da Bíblia em inglês) eram aqueles que se dedicavam ao estudo das estrelas. Vieram do Oriente, de terras em que a astronomia era praticada, pr…

R. J. Rushdoony - Teonomia vs Tirania

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A escolha do homem está entre a teonomia e a autonomia, a lei de Deus contra a lei-própria. O homem, sendo um pecador, uma criatura caída, só pode criar leis e sociedades que, em sua forma desenvolvida, simplesmente aumentam o pecado do homem. O resultado é a tirania, decidir sem Deus.
O poder de fazer leis é a marca do senhorio, da soberania ou da divindade explícita ou implícita. De acordo com William Pitt, Conde de Chatham, o "poder ilimitado é capaz de corromper as mentes daqueles que o possuem, e isso eu sei, meus senhores, que onde termina a lei, começa a tirania". Edmund Burke, um ano mais tarde, em 1771, disse: "Quanto maior o poder, mais perigoso o abuso." Os dois homens fizeram suas observações em resposta ao caso de John Wilkes. Wilkes representava a vontade desenfreada das pessoas contra uma crença ainda persistente de uma lei mais elevada.
A palavra tirania vém do latim tyrrannus, significa, normalmente, governar por um poder opressivo. Mas, muito com…

G. I. Williamson - Dias santos de homens e dias santos de Deus

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(Reproduzido pela Blue Banner Faith and Life, Julho-Setembro de 1962)

No Evangelho de Lucas, lemos estas palavras: “aquilo que é elevado entre os homens é abominação diante de Deus”. São palavras de Jesus Cristo, o Filho de Deus. E, por favor, note sua força: o que é colocado pelos homens na categoria mais alta é colocado por Deus na categoria mais baixa possível.

E quais são estas coisas que os homens estimam de forma tão alta, mas que Deus abomina de forma absoluta? São as coisas da religião. É sobre isso que Jesus estava falando. Aos Fariseus Ele disse: “Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece o vosso coração; pois aquilo que é elevado entre os homens é abominação diante de Deus”. Foram exatamente as coisas que eles fizeram na esfera da religião, coisas muito estimadas e que os fazia parecer “justos” diante dos homens, que os tornava abomináveis a Deus.

Quando Jesus adicionou esse comentário, seu significado se tornou ainda mais claro: “E é mai…