terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Norman Geisler - Poligamia


Há pouca questão de que a poligamia era permitida por Deus nos tempos bíblicos. Até alguns dos grandes santos tinham, várias esposas (cf. Abraão, Davi, Salomão). O problema verdadeiro não é se Deus permitiu a poligamia mas se Ele a planejou. Ou seja: a poligamia, como o divórcio, era algo que Deus tolerou mas realmente não desejou?

Há bastante evidência, mesmo dentro do Antigo Testamento, que a poligamia não era o ideal de Deus para o homem. Que a monogamia era Seu ideal para o homem fica óbvio de várias perspectivas.

(1) Deus fez uma só pessoa para Adão (Gn 2:18ss.), estabelecendo, assim, o precedente ideal para a raça.

(2) A poligamia é mencionada pela primeira vez como parte da civilização cainita ímpia (Gn 4:23).

(3) Deus claramente proibiu os reis de Israel (os líderes eram as pessoas que se tornavam polígamos) dizendo: "Tão pouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie" (Dt 17:17).

(4) Os santos que se tornaram polígamos pagaram seus pecados. 1Rs 11:1, 3 diz: "Salomão amou muitas mulheres estrangeiras... Tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração."

(5) O maior polígamo do Antigo Testamento, Salomão, deu testemunho do
fato de que tinha um só verdadeiro amor, para quem escreveu Cantares. Este livro é a maior repreensão contra a poligamia, escrita pelo maior polígamo. Até mesmo Salomão com suas 1.000 esposas somente tinha um amor verdadeiro.

(6) A poligamia usualmente está situada no contexto do pecado no Antigo Testamento. O casamento de Abraão com Hagar era claramente um ato carnal de descrença (Gn 16:1-2). Davi não estava num ponto alto espiritual quando acrescentou Abigail e Ainoã como esposas (1 Sm 25:42, 43), nem Jacó quando se casou com Lia e Raquel (Gn 29: 23, 28)

(7) O relacionamento polígamo era menos do que ideal. Criava ciúmes entre as mulheres. Jacó amava Raquel mais do que a Lia (Gn 29:31). Uma esposa de Elcana era considerada uma rival ou adversária pela outra, que "a provocava excessivamente para a irritar..." (1 Sm 1:6).

(8) Quando a poligamia é referida, o condicional, e não o imperativo é empregado. "Se ele der ao filho outra mulher, não diminuirá o mantimento da primeira, nem os seus vestidos, nem os seus direitos conjugais" (Êx 21:10). A poligamia não é o ideal moral mas o polígamo deve ser moral.

(9) O Novo Testamento preceitua a monogamia como condição prévia para os líderes da igreja. "É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher..." (1 Tm 3:2), escreveu o apóstolo.

(10) A monogamia não somente era exigida para os líderes da igreja como também era recomendada para todos os homens. Paulo escreveu: "Mas por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa e cada uma o seu próprio marido" (1 Co 7:2).

Fonte: extraído do livro "Ética cristã"

sábado, 14 de janeiro de 2012

John MacArthur Jr - 1 Pe 2.24 mostra a cura total?


Os carismáticos usam freqüentemente esta passagem para apoiarem sua forte ênfase sobre o dom de curar — “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados”.

O princípio gramatical de interpretação aplica-se perfeitamente a este caso. Qual o significado da palavra “sarados” no contexto? Não há menção à cura física neste versículo — nem nos versículos circunvizinhos. O texto diz apenas que, ao morrer na cruz, Cristo levou os nossos pecados em seu corpo, e não as nossas doenças. 1 Pedro 2.24 diz que vivemos para a justiça — e não para a saúde — uma distinção importante.

Outro teste gramatical é a informação “por suas chagas, fostes sarados”. O tempo verbal no passado aponta, de imediato, para a cruz, onde a alma da humanidade, enferma pelo pecado, foi curada. O versículo não afirma: “Pelas chagas dele vocês são continuamente sarados de males físicos”.

O princípio da síntese também é útil para montrar por que a interpretação carismática de 1 Pedro 2.24 está errada. Quando pesquisamos outras passagens da Escritura, aprendemos que nossa alma foi redimida, embora o corpo não tenha alcançado o estado de glória. Romanos 8.23 diz: “Nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo”. Esse versículo nos mostra que ainda vivemos em corpos afetados pela Queda. Ainda estamos sujeitos a doenças e outros males. O Espírito nos ajuda a vencer nossas fraquezas; por exemplo, ele ora por nós quando não sabemos orar como deveríamos (Rm 8.26). Entretanto, não há garantia de sermos livres de doenças nesta vida.


Fonte: Livro "Caos carismático".

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Augustus Nicodemus Lopes - Explicação sobre a veracidade do apostolado atual

Carta ao Apóstolo Juvenal 

 

[Não se preocupem, o apóstolo Juvenal não existe. Também nunca tive amigo que virou apóstolo. O apóstolo Juvenal é uma personagem fictícia, embora baseada em personagens da vida real.]

Meu caro Juvenal,

Espero que você se lembre de mim, o Augustus Nicodemus, seu colega de turma do seminário presbiteriano (talvez você se lembre pelo apelido "Brutus" que eu odiava...!). Faz uns 20 anos que não temos contato. Só recentemente consegui seu e-mail, com o Mário, nosso amigo comum.

Desculpe não lhe tratar como "apóstolo". Você sabe, desde os tempos do seminário, que minha opinião é que os apóstolos constituíram um grupo único e exclusivo na história da Igreja e que hoje não existem mais. Qual não foi a minha surpresa quando me deparei com seu programa de televisão e com você se apresentando como "apóstolo" Juvenal! Eu não sabia que você tinha deixado o pastorado em nossa denominação, montado uma comunidade e adquirido esse título de "apóstolo", o qual, como já disse, não consigo reconhecer como legítimo.

Você sabe que para nós, cristãos históricos reformados, os apóstolos de Jesus Cristo tiveram um papel crucial e extremamente relevante na fundação da Igreja cristã. É um cargo, um ofício, tão sério e fundamental, que ver pessoas usando esse título nos dias de hoje causa um grande desconforto, uma profunda perplexidade e tristeza inominável. Não consigo imaginar uma banalização maior do que essa. Não que você seja uma pessoa indigna, pífia, pérfida ou mesquinha -- não se trata disso. Eu sentiria a mesma coisa se o próprio Calvino resolvesse usar esse título para si.

Não sei o que se passou por sua cabeça para que você, que conhece a Bíblia e a história da Igreja, resolvesse virar um "apóstolo" e montar sua própria comunidade. Pelo seu programa de televisão, ficou patente para mim que você adotou os cacoetes, o linguajar e as idéias que são próprias dos outros "apóstolos" que já estão por ai há mais tempo que você. Valendo-me da nossa amizade dos tempos de seminário, resolvi escrever-lhe e tirar as dúvidas, perguntar diretamente a você, para não ficar imaginando coisas.

1) Quem foi que lhe conferiu esse status, Juvenal? Refiro-me ao título de "apóstolo". Nas igrejas históricas ninguém toma para si o cargo, a função e o título de diácono, presbítero, pastor. São títulos concedidos por essas igrejas a pessoas que elas reconhecem como vocacionadas e aptas para a função. Não sei quem lhe conferiu esse título de "apóstolo". Ouvi falar que existe um conselho de apóstolos no Brasil, ligado a outros conselhos similares no exterior, que é quem ordena e investe os apóstolos no Brasil. Mas, pergunto, quem ordenou, investiu e autorizou os membros desse conselho de apóstolos? Em algum momento, chegaremos ao ponto em que alguém se autonomeou apóstolo, já que esse título e ofício deixaram de existir na Igreja Cristã desde o século I. Os apóstolos de Cristo não deixaram sucessores que por sua vez fizessem outros sucessores, numa corrente ininterrupta até os dias de hoje. Só quem reivindica isso é o Papa e nós não aceitamos essa reivindicação -- aliás, esse foi um dos motivos da Reforma protestante ter acontecido. Por isso, considero a utilização do título "apóstolo" hoje como uma usurpação, uma apropriação indevida dentro da Igreja de uma função histórica que não mais existe.

2) Fala sério, Juvenal, você acha mesmo que é um apóstolo? Quando você usa esse título para si, você está se igualando aos Doze Apóstolos e a Paulo, ou simplesmente usa o termo no sentido de "enviado, missionário", que é o sentido básico da palavra no grego? Se for nesse último sentido, fico menos consternado. Há outras pessoas na Bíblia que são referidas como apóstolos, além dos Doze e Paulo, como Tiago, irmão do Senhor (Gálatas 1:19; mas veja 1Coríntios 9:5 onde Paulo distingue entre apóstolos e os irmãos do Senhor) e Barnabé (Atos 14.14). O sentido aqui é quase sempre de enviado de igrejas locais, missionário, para usar o termo mais popular. Todavia, esse uso é secundário e desconhecido pelas igrejas modernas. Quando se fala em "apóstolo", as pessoas imediatamente associam o termo a Pedro, Tiago, João, Paulo, etc. Usar o título "apóstolo" hoje é igualar-se a eles ou, no mínimo, causar confusão na mente das pessoas. Você acredita mesmo que é um apóstolo como Paulo, Pedro, João, Mateus, André, Felipe, etc.?

3) Se você acredita, então minha próxima pergunta é essa: você viu Jesus ressurreto? Ele lhe apareceu e lhe comissionou como apóstolo? Pois foi assim que ele fez com os Doze e com Paulo. Todos eles foram chamados diretamente por Jesus e o viram depois da ressurreição. Se você disser que Jesus lhe apareceu e lhe comissionou, pergunto ainda como fica a declaração de Paulo em 1Coríntios 15:8, "e, afinal, depois de todos, [Cristo] foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo"? Ele está defendendo que Jesus apareceu a várias pessoas, depois da ressurreição, e "afinal, depois de todos" apareceu a ele. Literalmente, no grego, Paulo está dizendo que "por último de todos" (eschaton de pantwn) Cristo apareceu a ele. Ou seja, Paulo entendia que a aparição do Cristo ressurreto a ele era a última de uma seqüência. É assim que os cristãos históricos sempre entenderam. Se a condição para ser apóstolo era ter visto Jesus ressurreto, conforme Pedro declarou (Atos 1:22; veja também 1Coríntios 9:1), então Paulo foi o último apóstolo. Desculpe, não creio que Cristo lhe apareceu no corpo da ressurreição. Se você disser que sim, prefiro acreditar em Paulo, de que ele foi o último.

4) Você acha, sinceramente, que usar esse título de alguma forma vai ajudar a Igreja? Em que sentido? Veja só, grandes líderes da Igreja, através de sua história, pessoas que deram contribuições duradouras na área de teologia, missões, social, nunca buscaram esse título. Nem mesmo aqueles grandes homens de Deus que viveram na época imediatamente após os apóstolos e que foram discípulos deles, como Papias e Policarpo. Outros, como Agostinho, Calvino, Lutero, Wesley, Spurgeon, e os grandes missionários como Carey, jamais arrogaram para si essa designação. Se alguém teria esse direito, depois dos apóstolos, seriam eles, e não pessoas como você e outros que se apropriaram desse título, e cuja contribuição para a Igreja cristã é mínima comparada com a contribuição deles.

5) Outra pergunta. Pelo que entendi, você é o fundador e presidente dessa igreja "Igreja Apostólica Global da Misericórdia de Deus". Como você concilia isso com o fato de que os apóstolos de Cristo não se tornaram donos, presidentes, chefes e proprietários das igrejas locais que eles fundaram? Eles eram apóstolos da Igreja de Cristo, da igreja universal, e não de igrejas locais. A autoridade deles era reconhecida por todos os cristãos de todos os lugares. Aonde eles chegavam eram recebidos como emissários de Cristo, com autoridade designada por ele. A prova disso é que os escritos deles, como os Evangelhos e as cartas, foram recebidos por todas as igrejas como Palavra de Deus e autoritativas em matéria de fé e prática, foram organizadas e colecionadas naquilo que hoje conhecemos como o cânon do Novo Testamento. Pergunto, então: quem reconhece sua autoridade como apóstolo? As igrejas cristãs do Brasil ou somente sua igreja local? Seus escritos, seus sermões -- eles são recebidos como Palavra infalível e autoritativa da parte de Deus em todas as igrejas cristãs ou somente na sua igreja local?

6) Juvenal, pelo que me recordo de você, você sempre foi uma pessoa com dificuldades de relacionamento com as autoridades. Lembra daquela suspensão que você pegou no seminário por desacato ao diretor e ao capelão? Para não mencionar as brigas constantes que você tinha em sala de aula com os professores, não por causa dos conteúdos, mas porque você insistia em questionar, às vezes até zombeteiramente, a autoridade deles em sala de aula. Lembrando-me desse traço da sua personalidade e do seu caráter, até que posso entender o motivo pelo qual você resolveu abandonar o sistema conciliar da nossa denominação e fundar uma outra, onde você é o chefe supremo. Imagino que você não presta contas a ninguém da sua conduta, do que ensina e de como usa os recursos financeiros que arrecada. Afinal de contas, acima dos apóstolos só Jesus Cristo, e pelo que sei, ele não emite nada-consta nessas áreas...

7) Uma última pergunta e depois vou lhe deixar em paz. Você faz os mesmos milagres que os apóstolos fizeram? Não me refiro a curas em massa de pessoas que não têm CPF nem endereço e que foram curadas de males internos como enxaqueca, espinhela caída, pressão alta, etc. Refiro-me à curas daquele tipo efetuadas pelos apóstolos de Cristo, de aleijados, surdos, cegos, paralíticos, cujas deformidades, endereço e identidade eram conhecidos das comunidades. Refiro-me às ressurreições de mortos, como a ressurreição de Dorcas feita por Pedro. Você faz esse tipo de sinais? Os apóstolos não fracassaram nunca quando diziam "em nome de Jesus, levanta-te e anda". O índice de sucesso deles era de 100%. E as curas eram instantâneas e completas. Quem era cego voltava a ver completamente, e não em parte. Aleijados voltavam a andar e a pular. Você faz isso, Juvenal? Você se incomodaria em me deixar participar de uma daquelas reuniões de cura que você anuncia em seu programa, para que eu entrevistasse as pessoas que dizem ter sido curadas? Não me leve a mal, mas é que tem muita charlatanice nesse meio, muita gente que é paga para dar testemunho falso de cura, muitos que pensam que foram curados quando no máximo foram sugestionados nesse sentido. Curas reais e autênticas serão assim comprovadas por laudo médico, exames, etc. Não é que eu não creia em milagres hoje. Eu creio, sim, que Deus cura hoje em resposta às orações. Inclusive, eu mesmo já fui curado em resposta às orações. O que eu não creio é que existam hoje pessoas com o dom apostólico de curar simplesmente pelo comando verbal, e de realizar curas imediatas e completas de aleijados, cegos, surdos, paralíticos, doentes mentais, cancerosos, aidéticos, etc. Esse dom fazia parte do equipamento apostólico e servia como "credenciais do apostolado", conforme Paulo declarou aos coríntios (2Coríntios 12:12). Se você não é capaz de fazer os sinais que os apóstolos faziam, não creio que tenha o direito de se chamar de apóstolo.

Bom, não sei se você vai me responder. Fique à vontade. Eu precisava lhe perguntar essas coisas, para não ficar imaginando no coração que você é um mercenário, uma daquelas pessoas que está disposta a tudo para ganhar poder, espaço e dinheiro, mesmo que seja às custas da credulidade do povo brasileiro e em nome de Deus.

Um abraço,

Augustus

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

John MacArthur Jr - O erro da neo-ortodoxia: subjetividade


A teologia neo-ortodoxa alega que a Escritura não é objetivamente a Palavra de Deus, mas tem o potencial de falar ao coração das pessoas em momentos significativos, quando essas lhe permitem.

De acordo com a neo-ortodoxia, Deus jamais pretendeu falar por meio da Palavra; em vez disso, Ele se comunica de um modo pessoal, em revelações particulares, quando O encontramos. A neo-ortodoxia acredita que a Bíblia é um bom modelo e uma testemunha dinâmica, mas não é, de forma intrínseca, a Palavra de Deus. A Palavra deve ser consultada como uma aplicação. Ou seja, ela se torna Palavra de Deus apenas quando fala ao coração humano. À primeira vista, isso talvez pareça bom, mas existe um erro fatal. Este ensino relega totalmente a revelação divina ao âmbito da subjetividade. Abre a porta para que cada pessoa defina a verdade em termos individuais, transformando sentimentos em regra absoluta. À semelhança do movimento carismático, a neo-ortodoxia procura encontrar a verdade na experiência humana. Norman Geisler e William Nix definem de modo claro o ponto de vista neo-ortodoxo:
Segundo a neo-ortodoxia, a Bíblia é um livro humano e falível. Mas, apesar disso, é o instrumento da revelação divina para nós, por ser o registro da revelação divina especial em Cristo. A revelação, no entanto, é pessoal; a Bíblia não é verbalmente inspirada por Deus. É apenas um meio humano, falível, pelo qual podemos encontrar a revelação pessoal a respeito de quem Cristo é. Por si mesma, a Bíblia não é a Palavra de Deus; no máximo, ele se torna a Palavra de Deus individualmente, quando Cristo é encontrado por meio dela.

O conceito que está por trás da neo-ortodoxia é que a Bíblia é inspirada quando ela cria uma experiência pessoal para você.

Fonte: Trecho do livro "O caos carismático" da Editora Fiel. Baixe este livro pela site da Fiel clicando aqui.

Eric N. de Souza - 01 ano de Outdoor Teológico


Agradeço a Deus ter completado 01 (um) ano postando textos de cunho reformado neste Blog. Percebi que a internet é uma valiosa ferramenta para avançarmos no conhecimento de Deus, dando ao Senhor a Glória devida, onde cada irmão que posta uma nota de um livro lido, sua própria interpretação de um tema específico, uma indicação de leitura e tantas outras formas de interagir seus conhecimentos, auxilia outros irmãos que não tiveram acesso aos conteúdos mencionados, seja por desconhecimento da matéria ou por falta de tempo para tanta leitura (rsrsrs). Imagine se não compartilhássemos as nossas leituras, quanto conhecimento estaria sendo retido (obviamente sempre tendo discernimento que a Palavra de Deus é o prumo do certo e do errado, ou seja, tudo postado ou indicado deve passar pelo crivo, base de tudo: a Bíblia). Os diversos Blogs (dos quais indico na minha lista de favoritos e tantos outros) teológicos tem me ajudado a estar constantemente refletindo em temas que outrora não poderia nem sequer pensar por falta de conhecimento.


Agradeço também ao meu irmão e amigo Jorge Fernandes Isah do Kálamos por ter, amavelmente, me incentivado quanto ao início deste Blog (que reconheço ser um grãozinho de areia numa praia repleta de Blogs maravilhosos, fiéis à Escritura e densos em suas mensagens). Na época, lembro-me bem que lia (e continuo lendo) o Monergismo, o Kálamos, o O Tempora O Mores, o Cinco Solas entre outros e, também, pensava em publicar partes de minhas leituras (aquelas que a gente sublinha quando lê o livro), textos de outros Blogs (aqueles que eu separava para mostrar aqui em casa rsrsrs...) para servir-se a outros irmãos assim como fora auxiliado. E Deus já tendo me dado este desejo, usou meu irmão Jorge para dar-me o incentivo necessário ao início do projeto.


Não posso deixar de agradecer à minha família que, também, é um alvo desta página e aos inúmeros amigos e irmãos destes Blogs afora que através de seus textos comprometidos com a Palavra Cristocêntrica, com o Sola Scriptura, o Sola Gratia, o Sola Fide, o Solus Christus e o Soli Deo Gloria permitem que seus textos sejam republicados neste simples endereço virtual.


Que o nosso Deus continue abençoando-nos em Seu propósito, mostrando-nos a nossa total dependência Dele.


Soli Deo Gloria