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Mostrando postagens de Abril, 2012

Lee Strobel - O teste do preconceito

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Esse teste consiste em saber se os autores dos evangelhos tinham algum preconceito capaz de contaminar seu trabalho. Teriam eles algum interesse oculto em deformar seu material narrativo?
— Não podemos subestimar o fato de essas pessoas amarem Jesus — eu disse enfaticamente. — Não eram observadores neutros; eram seguidores fiéis a Cristo. Será que isso não poderia levá-los a fazer certas modificações para que Jesus parecesse bom?
— Admitamos que a situação possibilite isso — disse Blomberg. — Mas também as pessoas são capazes de honrar e respeitar alguém a tal ponto que se sintam impelidas a registrar sua vida com a maior integridade possível. Essa seria a forma de demonstrar seu amor por tal pessoa. E é o que eu acho que aconteceu aqui. Além disso, esses discípulos nada tinham a ganhar exceto críticas, o ostracismo e o martírio. Com certeza nada lucraram financeiramente. Na verdade, foram pressionados a ficar quietos, a negar a Jesus, a diminuí-lo, e até mesmo a esquecer que um dia o c…

John Piper - Quem planejou o assassinato de Cristo?

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O exemplo mais claro de que até o mal moral se enquadra nos planos de Deus é a crucificação de Cristo. Quem negaria que a traição de Jesus por Judas foi um ato moralmente mau?
Contudo, em Atos 2.23, Pedro diz: "Esse Jesus, sendo entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos". A traição foi pecado, mas fez parte do plano determinado por Deus. O pecado não frustrou seu plano nem deteve sua mão.
Ou quem poderia dizer que o desdém de Herodes (Lc23.11) ou a atitude covarde de Pilatos (Lc 23.24) ou o grito dos judeus: "Crucifica-o! Crucifica-o!" (Lc 23.21) ou a zombaria dos soldados gentios (Lc 23.26) — quem diria que essas atitudes não eram pecados? Todavia, Atos 4.27,28 registra a oração dos santos:
Verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel, para fazer tudo o que a tua mão e o teu propósito predeterminaram.

John Landers - Graça Imediata

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Lutero reformulou a doutrina católica dos sacramentos, à luz da justificação pela fé. Conforme sua compreensão, a salvação vem, não pelas obras, mas pela graça. Os Sacramentos, contudo, são os meios da graça; através dos sacramentos, a graça alcança o indivíduo. Mas será que os sete sacramentos da Igreja Católica Romana satisfazem este critério? Claramente a penitência não encontraria lugar no sistema luterano O reformador eliminou, um após outro, os sacramentos, ficando apenas dois: O Batismo e a Ceia do Senhor. O Batismo ele entendeu como o início da vida crista; a água batismal, por causa de sua associação com a Palavra de Deus, cancela o pecado original e concede a graça do Espírito Santo¹. A criança se torna cristã pelo batismo, mas sua alma será fortalecida durante toda a vida pela graça recebida nos elementos da Eucaristia.
Apesar das mudanças, a religião de Lutero continuava altamente sacramental. O luterano temia o inferno menos que o católico. Cria receber a salvação de graça…

Louis Berkhof - Aliança das obras

Wayne Grudem - Deus existe eterna e necessariamente como Trindade

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Quando o universo foi criado, Deus Pai proferiu as potentes palavras criadoras que o geraram; Deus Filho foi o agente divino que executou essas palavras (Jo 1.3; 1Co 8.6; Cl 1.16; Hb 1.2) e o Espírito de Deus "pairava por sobre as águas" (Gn 1.2). Então é como seria de esperar: se os três membros da Trindade são igual e plenamente divinos, então todos eles existiram desde a eternidade, e Deus sempre existiu eternamente como Trindade (cf. também Jo 17.5, 24). Além disso, Deus não pode ser diferente do que é, pois é imutável. Portanto, parece correto concluir que Deus existe necessariamente como Trindade - não pode ser diferente do que é.
Versículos do texto (como auxílio para leitura): (Jo 1:3)  Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
(1Co 8:6)  todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também.
(Cl 1:16)…