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Mostrando postagens de Junho, 2013

Augustus Nicodemus Lopes - Por que prefiro o Método Gramático-Histórico de Interpretação

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... Essa atitude interpretativa para com a Bíblia tem sido chamada de gramático-histórica porque considera importante para seu entendimento tanto a pesquisa do sentido das palavras (gramma, em grego) quanto a compreensão das condições históricas em que foram escritas. Apesar de sua idade avançada e das críticas que tem recebido, ainda prefiro esse método de interpretação, por várias razões.
Primeira, mais que qualquer outro sistema hermenêutico, ele honra as Escrituras. Ele parte de um alto apreço pelas Escrituras e seus atributos, como inspiração, autoridade, infalibilidade, coerência e suficiência. As escolas alegóricas de interpretação sempre consideraram, em alguma medida, irrelevante a historicidade das narrativas bíblicas, e se interessaram pelo pretenso sentido oculto atrás delas. O método histórico-crítico, surgido ao final do século 17, partindo de suas pressuposições racionalistas, reduziu a Bíblia ao registro da fé de Israel e dos primeiros cristãos, negando sua inspiração e…

João Calvino - Profetas, sacerdotes e apóstolos

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... que tudo quanto diz respeito à dignidade ou à autoridade e que é atribuído aos profetas e aos sacerdotes da antiga Lei, como também aos apóstolos e seus sucessores, não é atribuído à pessoa deles, mas ao seu ministério e ao seu ofício, no qual foram constituídos, ou, para dizê-lo mais claramente, à Palavra de Deus, sendo que para administrá-la eles foram chamados. Porque, se os considerarmos todos por ordem, tanto os profetas e sacerdotes como os apóstolos e discípulos, veremos que jamais lhes foi dado nenhum poder de comando e de ensino, senão o poder exercido em nome da Palavra do Senhor e com base nela.

Fonte: "As Institutas" da Editora Cultura Cristã