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Mostrando postagens de Março, 2014

Lewis Bayly - Dar graças às refeições

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Se você nunca teve o costume de dar graças às refeições, pode ser que tenha vergonha de começar. Pense bem: não é nenhuma vergonha fazer o que Cristo fez. Antes, você deve envergonhar-se de ter negligenciado por tanto tempo um dever cristão. E se o Filho de Deus deu tão vigorosas graças a Seu Pai por uma refeição de pão e cevada e peixe (João 6:9,11), quão grandiosas graças um pecador como você deve render a Deus por tal variedade de boas e saborosas provisões? Quantos cristãos verdadeiros se alegrariam em se alimentar com os pedaços que você recusou e achariam falta de algo que você deixou no prato! Quão arduamente outros trabalham pelo que comem, e você tem o seu alimento providenciado por outrem, sem nenhuma preocupação e trabalho para você!
Fonte: “A prática da Piedade” da Editora PES.

Gary North - A impossibilidade do socialismo ser bíblico

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O socialismo é a rejeição da propriedade privada dos meios de produção. Essa é a razão pela qual é impossível provar a validade do socialismo pela prática da igreja em Jerusalém. Havia um compromisso fundamental com a igualdade econômica por meio da caridade voluntária, mas isso não tinha nada a ver com socialismo. Voluntarismo não tem nada a ver com socialismo. O governo civil numa economia socialista confisca o capital privado. Isso reduz a capacidade do antigo dono do capital de exercer caridade. O socialismo substitui o voluntarismo pela ameaça da violência física. O socialismo envia o coletor de impostos à porta do dono da propriedade. Ele exige a transferência da propriedade ao Estado. Se o dono recusa submeter-se, o coletor de impostos envia a polícia, que vão armados pegar tudo que o coletor exigir. O socialismo é baseado na ameaça da compulsão física.
Fonte: Sacrifício e Domínio (Kindle Locations 748-755). Editora Monergismo. Kindle Edition.

Gregg Strawbridge - Batismo Infantil: A ausência de uma ordem contrária

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Assim como os defensores do batismo infantil tem que lidar com a ausência de uma criança sendo batizada no Novo Testamento, assim também devem os oponentes do batismo infantil enfrentarem a ausência de uma ordem específica para negar às crianças o sinal do pacto e do selo. Como já foi citado, os apóstolos tiveram muito cuidado em enfatizar a continuidade da aliança com Abraão para os crentes do Novo Testamento. Ao longo dos dois mil anos de história do pacto (aliança), antes do início da igreja apostólica, o povo de Deus administrava o sinal da aliança aos seus filhos. Parece altamente provável que, se os apóstolos tivessem mudado essa prática, tal mudança deveria ter sido registrada no Novo Testamento, quer por exemplo quer por preceito. A remoção de qualquer sinal da aliança entre as filhos dos crentes teria sido uma imensa mudança na prática e no conceito para as famílias judaicas. Depois de dois mil anos de prática da aliança dentro da família (estabelecida desde Gênesis), um pai …

Rousas Rushdoony - Pena de Morte

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Porque os oficiais do Estado exercem o poder de Deus, ou seja, o Ministério da Justiça, tendo o poder e o direito de tirar a vida, eles são mencionados por Deus como "Elohim" no Salmo 82, ou seja, como deuses. Eles são como deuses na medida em que eles compartilham a autoridade de Deus sobre a vida humana: a eles é delegado o dever de matar homens quando esses homens violam as leis de Deus. Quando eles cumprem com essa obrigação de acordo com a Palavra de Deus, o seu julgamento é considerado como "juízos de Deus". De acordo com Deuteronômio 1:17, nas suas instruções aos oficiais civis e aos juízes “Não sereis parciais no juízo, ouvireis tanto o pequeno como o grande; não temereis a face de ninguém, porque o juízo é de Deus” se os juízes e os oficiais do governo civil falharem em manter as leis de Deus, se perverterem a justiça de Deus, então, de acordo com Salmo 82, embora a sua autoridade seja como a autoridade de um deus, "como homens, morrereis" (Sl 82…