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Mostrando postagens de Abril, 2014

John Piper - O que faço se não tenho a alegria que deveria ter?

Fonte: YouTube

Michael Reeves - Deus, eternamente Pai

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Antes da criação, antes de todas as coisas, observa-se que o Pai amava e gerava seu Filho. Pela eternidade, era isso que o Pai fazia. Ele não se tornou Pai em algum momento; ao contrário, sua identidade é ser gerador do Filho. Ele é assim. Portanto, não é como se, um dia qualquer, o Pai e o Filho colidissem e, para surpresa dos dois, descobrissem como eles se davam bem. O Pai é quem ele é em virtude do relacionamento com o Filho. Pense outra vez na imagem da fonte: uma fonte não é fonte se não verte água. Da mesma forma, o Pai não seria Pai sem o Filho (a quem ele ama por meio do Espírito). E o Filho não seria Filho sem o Pai. Ele recebe o próprio ser do Pai. E, assim, vemos que Pai, Filho e Espírito, embora pessoas distintas, são absolutamente inseparáveis um dos outros. Não confundidos, mas indivisíveis. Eles são quem são juntos. Eles estão sempre juntos e, portanto, sempre trabalham juntos.
Fonte: “Deleitando-se na Trindade” da Editora Monergismo

Jay E. Adams - Por que Deus permitiu o divórcio?

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Deus permitiu e regulamentou o divórcio. Mas não se limitou meramente a regulamentá-lo. O fato de o regulamentar indica Sua permissão: não regulamentaria o que Ele proíbe. E o conteúdo da regulamentação indica (1) que Ele queria impedir que as pessoas causassem mais dano a outras do que de outro modo causariam; e (2) que Ele tencionava desestimular ações imprudentes e precipitadas de divórcio. Um estudo de Deuteronômio 24:1-4, por exemplo, revela que o processo e o regulamento esboçados ali tendiam a desencorajar o divórcio tramitado sem adequada premeditação, e o divórcio procurado como mera conveniência à mão.
Fonte: "Casamento, Divórcio e Novo Casamento na Bíblia" da PES.

R. C. Sproul - Deus não trata todos da mesma maneira

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Vemos, porém, claramente nas Escrituras, que Deus não trata todos da mesma maneira. Ele se revelou a Abraão de uma maneira que não se revelou a nenhum outro pagão no mundo antigo. Revelou sua graça a Paulo de uma maneira que não revelou a Judas Iscariotes.
Paulo recebeu graça de Deus, Judas Iscariotes recebeu justiça. Misericórdia e graça são formas de não-justiça, mas não são atos de injustiça. Se o castigo de Judas fosse mais severo que ele merecia, então ele teria do que reclamar. Paulo recebeu graça, mas isso não requer que Judas também recebesse. Se graça é exigida de Deus, ou seja, se Deus é obrigado a ser gracioso, então não estamos mais falando de graça, mas de justiça.
Fonte: “Verdades essenciais da fé cristã” da Editora Cultura Cristã