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Mostrando postagens de Agosto, 2014

R. B. Kuiper - O erro do evangelho social

A falta cometida pelo evangelho social do modernismo não está em que pretende curar os males sociais, mas em que pensa realizar isso de modo diametralmente oposto ao cristianismo. Deixando de lado a verdade óbvia de que nunca a sociedade pode ser melhor do que os indivíduos que a compõem, pretende melhorar o indivíduo melhorando a sociedade. Quer resgatar os homens de consequências do pecado tais como a pobreza e as doenças, em vez de redimi-los do pecado mesmo, pelo sangue de Cristo. Pretende salvar o indivíduo por aquilo que é denominado “regeneração da sociedade”, e não pelo novo nascimento produzido naturalmente pelo Espírito Santo. Pretende, por esforços humanos, tirar os homens das favelas, em vez de tirar as favelas de dentro dos homens, pela graça de Deus. Negligencia a profunda verdade tão expressa por aquele grande pregador e evangelista, Charles Haddon Spurgeon: “Leve um ladrão para o céu, e a primeira coisa que ele fará é bater as carteiras dos anjos”.
Fonte: “Evangelização…

James Buchanan - A Justificação imputa e a Santificação outorga

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Apesar de ser inseparavelmente unidas, há uma diferença entre justificação e santificação. Na justificação, Deus imputa a justiça de Cristo aos crentes; na santificação, o Espírito Santo outorga a graça de santidade e dá forças para viver piedosamente. Na justificação, o pecado é perdoado; na santificação, o pecado é verdadeiramente mortificado. A justificação liberta todos os crentes da ira de Deus sem qualquer distinção; a santificação nunca é igual em todos os crentes, antes, varia na medida em que cada um cresce na graça. A santificação nunca será perfeita em nenhuma pessoa enquanto estiver nesta vida, mas, por outro lado, os crentes não podem ser justificados mais do que já são! A sua justificação já inclui a plena aceitação diante de Deus, como também o direito à vida eterna.
Fonte: “Declarado Inocente” da PES

Fé: um dom de Deus

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A Fé, portanto, é um dom de Deus, não porque é apenas oferecida por Deus ao livre-arbítrio do homem, mas porque é de fato conferida ao homem, implantada e infundida nele. Também não é um dom no sentido de que Deus confere apenas a capacidade para crer, e aguarda do livre-arbítrio do homem a autorização para crer ou o ato de crer. É, antes, um dom no sentido de que é Ele quem efetua no homem tanto o querer quanto o realizar; quem verdadeiramente faz tudo em todos; quem realiza no homem tanto a vontade de crer quanto o ato de crer.
Fonte: Os Cânones de Dort – Artigo 14 do Terceiro e Quarto Capítulos da Doutrina.