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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

Ravi Zacharias - Direito moral da criação ou de Deus (criador)?

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… Em todo o seu discurso ela insistiu reiteradamente: “É meu direito moral fazer o que eu decidir fazer com o meu corpo!”.
Por fim, quando ela parou para tomar fôlego, eu disse: “Tudo bem, senhora. Já que a senhora falou sobre o assunto, eu gostaria de fazer uma pergunta. Será que a senhora pode me explicar uma coisa/ Quando um avião cai, e algumas pessoas morrem enquanto outras sobrevivem, um cético põe em questão o caráter moral de Deus, dizendo que ele escolheu alguns para sobreviver e outros para morrer por mero capricho. A senhora, contudo, alega que é direito moral seu decidir se a criança no seu ventre deve viver ou morrer. Isso não parece estranho? Quando Deus decide quem deve viver e quem deve morrer, ele é imoral; quando a senhora decide quem deve viver ou morrer, é seu direito moral”.
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... antes de acusar o Deus da Bíblia de violar sua própria lei moral, qualquer pessoa não deveria considerar o fato de que o mesmo Deus que criou o código mor…

William Lane Craig - O roubo do corpo de Jesus: hipótese plausível?

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A hipótese da conspiração vê os discípulos através do espelho retrovisor da história cristã, em vez de vê-los através dos olhos de um judeu do primeiro século. Um judeu não tinha qualquer expectativa de um Messias que, em vez de estabelecer o trono de Davi e subjugar os inimigos de Israel, fosse vergonhosamente executado pelos gentios como um criminoso. Além do mais, a ideia da ressurreição era algo simplesmente desvinculado da ideia de um Messias, e até mesmo incompatível com essa ideia, uma vez que não se suponha que o Messias fosse morto. Como tão bem coloca N. T. Wright, se você fosse um judeu do primeiro século e seu Messias favorito fosse crucificado, então você tinha basicamente duas opções: ir para casa ou arranjar um novo Messias. Contudo, a ideia de roubar o corpo de Jesus e dizer que Deus o havia ressuscitado dos mortos dificilmente passaria pelas mentes dos discípulos.
Fonte: “Em Guarda” da Editora Vida Nova

James Montgomery Boice - A lógica calvinista na Trindade

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As doutrinas da graça dependem umas das outras, e juntas elas apontam para uma verdade central: a salvação ocorre inteiramente pela graça, porque ela pertence inteiramente a Deus. E por ser inteiramente dele, ela é inteiramente para a sua glória.
Para que possamos apreciar a glória de Deus nas doutrinas da graça em toda sua plenitude, é útil reconhecer o papel desempenhado por cada pessoa da Trindade nos cinco Pontos do Calvinismo. A eleição é a escolha de Deus Pai. A expiação é o sacrifício de Deus Filho. A graça que nos leva a Cristo e nos capacita a perseverar até o fim é a obra de Deus Espírito Santo. Assim, a salvação é uma obra divina do início ao fim – o trabalho coordenado do Deus triúno –, como é necessário para que sejamos salvos. Leve o seguinte em consideração: se estamos realmente mortos em nossos pecados (depravação radical), só Deus poderia nos escolher em Cristo (eleição incondicional), somente Cristo poderia expiar os nossos pecados (redenção particular), e somente o E…