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Mostrando postagens de Março, 2015

John Piper - Inferindo uma pressuposição filosófica de 1 Timóteo 2.4

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Disse antes que algumas pessoas inferem de 1 Timóteo 2.4 (“O qual deseja que todos os homens sejam salvos”) a necessidade do livre-arbítrio, como explicação de por que todos não são salvos. Disse que isto não se deve a qualquer coisa no texto e sim a uma pressuposição filosófica trazida ao texto. A pressuposição é que, se Deus quer, em um sentido, que todos sejam salvos, então ele não pode, em outro sentido, querer que somente alguns sejam salvos.
Na verdade, se levarmos em conta o contexto mais amplo das Epístolas Pastorais, veremos que esse contexto aponta para uma solução diferente do livre-arbítrio. Paulo usou a linguagem de 1 Timóteo 2.4 novamente em 2 Timóteo 2.24-26:
Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente, disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, livran…

John W Wenham - As ordens do Novo Testamento são superiores às do Antigo Testamento?

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Frequentemente se pensa que as injunções do Novo Testamento são evidentemente tão superiores às do Antigo Testamento que, por conseguinte, não podem ter vindo de uma fonte comum. Esta ideia é o resultado de uma confusão simples, mas de grandes implicações, entre a lei civil e a lei moral. As diretrizes dadas por um legislador de perfeita sabedoria para o governo de uma comunidade decaída e pecaminosa não são, de modo algum, iguais às diretrizes que ele daria como padrão pelo qual um homem pudesse julgar sua vida interior. O Novo Testamento estabelece padrões de justiça, sem quaisquer qualificativos: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração”; “amarás o teu próximo como a ti mesmo”; “sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste”. Isso faz com que a atitude seja tão importante quanto a ação: o ódio é assassinato, a cobiça é adultério. Mas quando se chega à questão da elaboração das leis civis, pelas quais uma comunidade deve ser governada, a legislação bíblica baseia-se …

James R White - Mãe de Deus ou portadora de Deus?

Qualquer pessoa que ler os escritos da igreja primitiva saberá que a palavra traduzida por “Mãe de Deus” é o termo grego theotokos. Literalmente, a palavra significa “portadora de Deus”. Ela se tornou um título para Maria, de forma que você freqüentemente a encontrará sendo chamada de Theotokos em escritos devocionais e teológicos.
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O que é vitalmente importante é que o termo “Portadora de Deus”, conforme usado nos credos e conforme aplicado a Maria naquelas controvérsias, dizia algo sobre a natureza de Cristo, não sobre a natureza de Maria. “Mãe de Deus” é uma frase que tem significado apropriado teológico somente em referência a Cristo. Portanto, qualquer uso do termo que não esteja simplesmente dizendo: “Jesus é completamente Deus, uma Pessoa divina com duas naturezas”, está usando o termo de uma maneira anacrônica e não pode reivindicar a autoridade da igreja primitiva para tal uso.

John Piper - Trabalhar ou servir a Deus?