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Mostrando postagens de Abril, 2015

John MacArthur - Liderança glamourosa?

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Muitos líderes eclesiásticos contemporâneos pensam que são empresários, executivos, animadores, psicólogos, filósofos, políticos ou advogados. Estas funções, porém, fazem um agudo contraste com os símbolos empregados nas Escrituras para descrever os pastores na igreja. Em 2 Timóteo 2, por exemplo, Paulo emprega sete metáforas diferentes para descrever um líder espiritual. Ele descreve o pastor como professor (v.2), soldado (v.3), atleta (v.5), agricultor (v.6), operário (v.15), vaso (vs.20,21) e escravo (v.24). Cada umas destas figuras dá a idéia de sacrifício, labor, serviço e adversidade; falam eloqüentemente sobre as responsabilidades complexas e variadas da liderança espiritual. Nenhuma delas sugere que a liderança seja glamourosa.
Fonte: "Homens e Mulheres" da Editora Textus

Mauro Meister - Cristo, a Lei e o Evangelismo

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Existe algum papel para a lei na evangelização? Tenho certeza que a pergunta pode até surpreender a alguns. Mas a resposta é: certamente existe. Aliás, a evangelização, a profissão de fé, é uma lei segundo Mateus 28.18-20: Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século. Nessas últimas palavras de Jesus, segundo o registro de Mateus, encontramos abundância de material legal. Primeiramente, encontramos Jesus reafirmando a sua autoridade como legislador: “toda a autoridade me foi dada”. Baseado nessa autoridade, ele ordena aos seus discípulos fazerem discípulos, batizando-os e ensinando-os. Observe que parte da tarefa de fazer discípulos é exatamente ensinar a lei de Jesus: “ensinando-os a guardar as co…

João Calvino - Unção com óleo (Tg 5:14-15)

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Como o Dom de curar* ainda existia, ele(Tiago) orienta o doente a ter recurso para o seu remédio. É certo que nem todos eram curados, mas o Senhor dava o Seu favor quantas vezes Ele achasse proveitoso; nem é provável que o óleo era usado indiscriminadamente, mas somente quando havia expectativa de cura. Pois, juntamente com o poder era dado também prudência aos ministros, a fim de que eles não abusassem nem profanassem o símbolo. O desígnio de Tiago não era outro senão recomendar a graça de Deus, a qual o fiel poderia experimentar, para que o benefício disso não fosse perdido por causa de desdém ou negligência.

Para este propósito ele ordenou que os presbíteros fossem enviados, mas o uso da unção deveria ser restrita ao poder do Espírito Santo. Os papistas se orgulham fortemente desta passagem quando procuram aprovar sua extrema unção. Mas quão diferente é a corrupção deles da antiga ordem de Tiago, pelo o que eu não vou me comprometer agora em mostrar. Que os leitores aprendam isso …

Adão e Eva ou homem das cavernas?

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Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre os homens das cavernas, homens pré-históricos e o homem de Neanderthal?"
Resposta:Na verdade, a Bíblia não usa o termo “homem da caverna” ou de “Neanderthal”. De acordo com a Bíblia, não existe algo como homem “pré-histórico”. O termo “pré-histórico” significa “pertencente a uma era anterior aos tempos históricos” (http://michaelis.uol.com.br). Pressupõe que a narrativa bíblica é uma fabricação porque o livro de Gênesis recorda eventos que antecedem a criação do homem (quer dizer, os primeiros cinco dias da criação – o homem foi criado no sexto dia). A Bíblia é bem clara ao dizer que Adão e Eva eram seres humanos perfeitos no momento de sua criação e que não se desenvolveram em nenhum sentido de formas de vida inferiores.
Tendo dito isso, a Bíblia descreve um período traumático de reviravolta aqui na terra (o Dilúvio – Gênesis capítulos 6-9), durante o qual toda a civilização foi destruída por completo – com exceção de oito pessoas: Noé e s…