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Mostrando postagens de Outubro, 2015

John MacArthur - Unigênito (Jo 1.14)

A palavra “unigênito” traz a ideia de “o único amado”. Portanto, expressa a ideia de peculiaridade singular, de ser amado como ninguém outro. Por essa palavra, João enfatiza o caráter exclusivo do relacionamento entre o Pai e o Filho na divindade (cf. 3.16,18; 1Jo 4.9). Não traz a conotação de origem, mas de proeminência singular; por exemplo, foi usada para referir-se a Isaque (Hb 11.17), que foi o segundo filho de Abraão (Ismael foi o primeiro; cf. Gn 16.15; 21.2-3).

Ronald Hanko - Galardão pelos nossos méritos?

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Vincent Cheung - A doutrina da reprovação é justa?

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Por conta do raciocínio medíocre a questão da justiça é sempre levantada quando se considera a doutrina da reprovação. De diferentes formas, as objeções correspondem ao seguinte: A Bíblia ensina que Deus é justo.A doutrina da reprovação é injusta.Logo, a Bíblia não ensina a doutrina da reprovação. 
No entanto, a premissa (2) foi assumida sem qualquer justificativa. Por qual padrão de justiça uma pessoa determina se a doutrina da reprovação é justa ou injusta? Em contraste com o que está acima, o cristão raciocina da seguinte forma: A Bíblia ensina que Deus é justo.A Bíblia ensina a doutrina da reprovação.Logo, a doutrina da reprovação é justa.
O ponto central é se a Bíblia afirma a doutrina; a pessoa não deve assumir de antemão se a doutrina é justa ou injusta. Porque Deus é o único padrão de justiça, e a Bíblia afirma a doutrina da reprovação, resulta que a doutrina da reprovação é justa por definição. Diz Calvino: Pois a vontade de Deus é a tal ponto a suprema regra de justiça, que t…

R C Sproul - A arrogância como humildade

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Um homem perturbado diante do problema do senso de culpa, veio a mim certo dia e disse: “Já pedi de Deus que me perdoasse desse pecado por muitas e muitas vezes, mas ainda me sinto culpado. Que poderei fazer?” Essa situação não envolvia a múltipla repetição do mesmo pecado, mas a múltipla confissão de um pecado cometido por uma só vez.
Repliquei: “Você deve orar de novo e pedir que Deus lhe perdoe”. Um olhar de impaciência frustrada se estampou em seus olhos. “Mas eu já fiz isso!” exclamou ele. “Tenho pedido que Deus me perdoe, por muitas e muitas vezes. Que bem me fará se eu Lhe pedir isso de novo?”
Em minha resposta apliquei à força firme e proverbial do cacete na cabeça da mula: “Não estou sugerindo que você peça a Deus que lhe perdoe por esse pecado. Estou sugerindo que você busque perdão por sua arrogância”.
O homem ficou incrédulo. “Arrogância? Que arrogância? O homem estava supondo que suas repetidas solicitações eram uma prova positiva de sua humildade. Ele estaria tão contri…