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Mostrando postagens de Janeiro, 2016

John MacArthur - Divindade manipulável dos Teístas Relacionais

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No novo modelo teológico, contudo, o modelo de Deus como magistrado é colocado de lado em favor de um modelo mais congênito – o modelo de Deus como um Pai amoroso. Os pensadores do novo modelo querem eliminar as conotações negativas associadas com as difíceis verdades bíblicas, tais como a ira divina e a justa retribuição de Deus contra o pecado. Dessa forma, eles simplesmente redefinem esses conceitos utilizando modelos que evocam “a ternura de um relacionamento familiar”. Por exemplo, eles sugerem que a ira divina nada mais é que um tipo de desprazer paterno que inevitavelmente faz com que Deus nos dê encorajamentos amorosos. Deus é um “juiz” somente no sentido dos juízes do Antigo Testamento (como Débora, Gideão ou Samuel) – significando que ele é um defensor de seu povo, e não uma autoridade que move um julgamento contra ele. O pecado é simplesmente um “mau comportamento” que rompe a comunhão com Deus, e a solução para ele é sempre correção, nunca retribuição. Nem mesmo o inferno…

Henry Virkler - Jesus confirma a inerrância nas Escrituras

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Objeção: É possível que Jesus soubesse que havia erro na Escritura, mas adaptou seu ensino às opiniões pré-científicas de seu tempo.
Resposta: Jesus não hesitou em refutar outros aspectos errados da tradição religiosa judaica. Ele foi claro ao repudiar os errôneos conceitos nacionalistas a respeito do Messias, ao ponto de enfrentar a cruz. Ele não tardou para rejeitar o tradicionalismo dos fariseus. Se as Escrituras constituem uma combinação de verdade divina e erro humano, dificilmente Jesus deixaria de repudiar o erro humano. Além disso, se Jesus sabia que as Escrituras continham erro humano e nunca deu a conhecer este fato aos seus seguidores, antes os desencaminhando por sua atitude insistentemente positiva para com elas, é difícil que ele possa qualificar-se como um grande mestre moral e como o encarnado Deus da verdade.