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Mostrando postagens de Abril, 2016

João Calvino - Mt 19:13-14, um paralelo ao batismo

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Se é próprio trazerem-se as crianças a Cristo, por que não também serem recebidas ao batismo, símbolo de nossa própria comunhão e associação com Cristo? Se delas é o reino dos céus, por que se lhes negará o sinal pelo qual como que se lhes abre o acesso à igreja, de sorte que, nela adotadas, sejam arroladas por herdeiras do Reino Celeste? Quão iníquos haveremos de ser, se enxotemos aquelas a quem Cristo convida a si, se espoliemos aquelas a quem exorta de seus dons, se excetuamos aquelas a quem ele próprio recebe graciosamente? Ora, pois, se queremos deslindar quanto ao batismo esteja longe o que Cristo fez ali, em quanto maior apreço, entretanto, teremos o batismo, pelo qual se nos atesta que as crianças estão incluídas no pacto de Deus, que a ação de recebê-las, o abraço, a imposição de mãos, a oração, com que o próprio Cristo presente declara não só serem suas crianças, mas também serem elas por ele santificadas?
Fonte: “As Institutas” da Editora Cultura Cristã

Leandro Antônio de Lima - Provas da Trindade no NT

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Na fórmula Batismal. Jesus disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Nessa passagem, não somente as três pessoas são citadas conjuntamente, como a expressão “em nome” está no singular. A Escritura não diz “batizando-os no nome do Pai, no nome do Filho e no nome do Espírito Santo”. Há apenas um nome para o Deus que subsiste em três pessoas.
Na Benção Apostólica. O texto diz: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2Co 13.13). Por que Paulo colocaria esses três nomes em pé de igualdade, se não os considerasse como pessoas da mesma divindade? Seria Paulo idólatra? Então, fica claro que a Bíblia afirma a existência da Trindade.

Wayne Grudem - A eleição é injusta?

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Se o destino final de cada pessoa é determinado por Deus, não pela própria pessoa (isto é, se até mesmo quando as pessoas fazem escolhas de livre e espontânea vontade, escolhas essas que determinam se serão salvas ou não,na verdade é Deus quem está por trás dessas escolhas, fazendo com que de qualquer modo ocorram), então, como pode isso ser justo?
A resposta de Paulo não é do tipo que agrada nosso orgulho, e nem tenta ele dar uma explicação filosófica da razão de isso ser justo. Ele simplesmente invoca os direitos de Deus como Criador onipotente:
Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra? Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquez…

Um Chamado para Angústia (Vídeo) - David Wilkerson

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